Na verdade, esta frase vem do método “dividir para conquistar”, primeiramente citado pelo General Sun Tzu, em “A Arte da Guerra”, alguns séculos antes de Cristo.

Parafraseando o general Chinês Sun Tzu, a idéia de se criar meios de comunicação interna cada vez mais descentralizados e, que ajudem os funcionários a desempenhar melhor suas funções é uma medida primordial dentro de uma empresa.  Novidade nenhuma até agora, não é mesmo?

Tudo bem, não é nenhuma novidade, então porque na prática isso não funciona?

Geralmente a estrutura organizacional de uma empresa é divida assim:

A Sede ou Matriz, como muitos chamam, seria o “quartel general” da empresa.  É o local de onde vem as ordens, planejamentos estratégicos e organizacionais dos mais diversos (TI, RH, Administração, etc).

Vamos supor que essa nossa empresa tenha cerca de 10 mil funcionários. Uma sede localizada em Brasília, 4 filiais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. Além disso, cada uma das filiais fica responsável por mais 3 empresas localizadas em cidades no interior dessas capitais.

O corpo de funcionários ficaria assim:

Sede: 1000 funcionários
Filial São Paulo: 4 mil funcionários
Filial Rio de Janeiro: 4 mil funcionários
Filial Porto Alegre: 500 funcionários
Filial Belo Horizonte: 500 funcionários

Neste nosso exemplo, a Matriz está sediada em Brasília.  E de lá vem a intranet que toda a corporação acessa. O mesmo portal de intranet com as mesmas informações é distribuído para todos os funcionários de empresa.  Ou seja, o mesmo modelo de comunicação com a mesma informação é disponibilizado para pessoas com culturas diferentes, as necessidades de informação são diferentes e muitas vezes específicas e localizadas.

Papel de Parede do PC também é comunicação!

Um recurso valiosíssimo e muito mal utilizado dentro das empresas é o desktop do PC.  Muitos usuários colocam a foto da família, o cachorro, o time de futebol favorito como Papel de Parede.  E porque a empresa não usa esse recurso para divulgar mensagens?

Sem querer tirar a privacidade dos seus funcionários, ou mesmo ser ditador quanto ao uso do Papel de Parede no PC desses funcionários, a TI da sua empresa pode desenvolver softwares que mudem o Papel de Parede simultaneamente em todos os PC da empresa.  Através de scripts de rede, o papel de parede pode mudar em horários pré determinados: assim que o usuário liga o PC pela manha ou depois do almoço, por exemplo.  O aviso pode ficar na tela por uma hora e depois o sistema retorna o papel de parede que o usuário usava.

Caso a política da empresa não permita que seus funcionários coloquem papéis de parede pessoas, ou personalizem o PC, essa tarefa fica mais fácil ainda.  Você pode criar as mais diversas campanhas e avisos, como: informar atualizações na intranet, novo vídeo na TV Web, lançamentos da empresa, etc…

E Web TV na intranet? Pode?

Pode sim senhor! E é outro excelente canal para endomarketing, veicular informação institucional, campanhas, além de discursos de gerentes, diretores, superintendentes, etc.

E a implementação dessa tecnologia também é com custo zero. A empresa vai usar um servidor Linux, com apache para rodar os vídeos.  Para criar os vídeos pode usar o Flash e o Total Vídeo Converter para gerar os arquivos FLV.

A criação dos arquivos e o sistema para exibição é tão simples como descascar banana.  É claro que você vai precisar de um profissional em flash/webdesign.

Mas como eu havia dito, o sistema em si não é nenhum bicho de sete cabeças. E depois é só bolar um email marketing bem bacana, um hotsite simples e mandar para todo mundo.  Não esqueça de medir o tráfego de visitas desse canal.

Já cheguei a fazer alguns sistemas que ficaram bem semelhantes ao You Tube.  Imagine um You Tube institucional!  Você poderá veicular a festa de fim de ano, informativos com base em clipping, boletins da TI sobre Segurança da Informação, Segurança do Trabalho, entrevistas com a equipe de Medicina do Trabalho da empresa sobre má postura frente ao PC. Isso são apenas alguns parcos exemplos de pauta para sua Web TV.

Atualmente o uso da intranet em algumas empresas limita-se a agrupar documentos, exibir os aniversariantes do dia, lista telefônica e às vezes os classificados. Algumas empresas até conseguem ir um pouco além da mesmice ao agregar seus manuais de sistemas internos e manuais para treinamentos.

Com o uso de recursos oriundos da internet está cada vez mais fácil para implementar essas novas funcionalidades. E o melhor de tudo isso: é que em muitas vezes o custo dessa implementação é zero.

Um recurso interessante para a intranet é uma rádio digital ou um podcast.  Com programas semanais. O conteúdo dessa programação varia de acordo com o modelo de negócios da empresa.

Mais uma vez usarei como exemplo a Infraero, empresa onde trabalho.  Como poderíamos usar os recursos multimídia oferecidos pela web aqui na regional do Galeão?  Simples, boletins sobre assuntos que dizem respeito a Regional.  Entrevistas com passageiros e funcionários, orgânicos ou terceirizados, novos projetos sociais. O interessante é fazer tudo isso em podcast e seguir o modelo de informação da Band News FM. Acho a forma como a Band News FM faz seus boletins de informação extremamente dinâmicos e atraentes.

Mas o que é Podcast?

Não vou reinventar a roda, escrevendo linhas e mais linhas e dissertando sobre Podcast. Vou recorrer ao excepcional Wikipédia e traduzir o verbete: Podcast.

Podcasting é uma forma de publicação de programas de áudio, vídeo e/ou fotos pela Internet que permite aos utilizadores acompanhar a sua atualização. A palavra “podcasting” é uma junção de iPod – um aparelho que toca arquivos digitais em MP3/MP4 – e broadcasting (transmissão de rádio ou tevê).
Assim, podcast são arquivos de áudio que podem ser acessados pela internet.
Estes áudios podem ser atualizados automaticamente mediante uma espécie de assinatura. Os arquivos podem ser ouvidos diretamente no navegador ou baixados no computador.
Fonte: Wikipédia – http://pt.wikipedia.org/wiki/Podcast

Então! Entenderam o que é um podcast?  Perceberam o alcance que arquivos de áudio podem ter dentro da sua empresa e na vida profissional e na rede de informação de seus funcionários?  Não?

Pois bem, pense no seguinte: Quantas pessoas que trabalham com você possuem celular com mp3 player? Senão possuem, talvez tenham um mp3 player portátil, desses genéricos que se compra por R$ 70,00 na Casa & Vídeo ou camelôs da vida.  E no carro? Muitos já possuem cd-player automotivos com mp3. Isso sem contar Palms, Pocket Pcs e etc…  Então, todos esses gadgets estão cada vez mais acessíveis e os mais diversos possuem o que é já considerado o mínimo atualmente: reproduzir arquivos mp3.

Isso tudo significa: Portabilidade e Mobilidade. Gerentes, diretores, funcionários, podem levar as informações de sua empresa para onde quiserem.

Como criar um Podcast?

A edição e distribuição desse material são de extrema facilidade, já que existem ferramentas gratuitas tanto para edição quanto para distribuição.

Para edição podemos usar o Audacity.  Inclusive em alguns posts atrás eu explico como editar em um breve tutorial.

Para distribuir o podcast você pode usar uma ferramenta chamada loudblog. O Loundblog é um gerenciador para conteúdo em áudio e vídeo, e o melhor de tudo: é totalmente customizável. Usa plataforma PHP e tem código aberto, ou seja, você pode modificá-lo como achar melhor.

Ontem aconteceu comigo um fato lamentável. Muito lamentável, que tirou minha vontade de terminar um trabalho “freela” que eu tinha para fazer.

Antes de começar meus trabalhos em casa, sigo um pequeno ritual: chegar em casa (óbvio!, mas com o trânsito….), tomar um maravilhoso e exorcizante banho, sentar na minha confortável cadeira à frente no notebook e: Let´s Begin!

Assim que abro o Photoshop, a editora chefe do jornal da faculdade fala comigo pelo Google Talk: – Posso falar com você?

Quando estou trabalhando, não sou de muitos amigos, mesmo porque, me concentro muito, mas dei atenção. Foi quando ela disse que a editora da seção Cultura, do jornal, havia dito que minha resenha sobre o show do Ozzy, que gentilmente cedi ao jornal da faculdade: Unica Voz, era um PLÁGIO!

Nesse momento gelei, ao mesmo tempo o sangue ferveu em minhas veias, a vontade de explodir, virar uma bola de fogo, sair pela janela e pulverizar aquela criaturinha sem o mínimo de Ética Profissional (editora da Seção Cultura).

Por que essa criatura não tem Ética Profissional? Pelo simples fato de acusar um profissional, sem ao menos realizar três funções básicas do profissional de jornalismo:
1) Pesquisar a fundo o assunto
2) Checar as fontes
3) Confrontar os dados e Checar tudo novamente

O mais engraçado disso tudo é que a criatura acéfala usou como fonte e como acusação, o meu próprio portal de informação o Metal Zone (www..metalzone.com.br), uma revista eletrônica sobre rock e metal, que tenho há oito anos (sim, faço jornalismo há oito anos, mas só agora tive grana pra me formar).

Então a partir dessa anedota verdadeira, fiquei me questionando o quanto é necessário ser ético e tomar cuidado com acusações que fazemos, informações que veiculamos e mesmo sendo verdadeiras é obrigação do repórter checar suas fontes, refazer todo o percurso das informações.

O mais absurdo dessa anedota, foi que eu “a vítima” tive que me defender e correr atrás do prejuízo e não a aluna sem escrúpulos e sem moral profissional, que deveria provar que a matéria foi plagio.

Mas afinal, o que é ética?

A ética pode ser interpretada como um termo genérico que designa aquilo que é freqüentemente descrito como a “ciência da moralidade”, seu significado derivado do grego, quer dizer ‘Morada da Alma’, isto é, suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto. (Fonte: Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica)

Ética vem de berço ou se aprende na faculdade?

Os cursos de comunicação deveriam colocar algumas matérias já extintas do currículo do antigo segundo grau (bem antigo mesmo) em pauta novamente. Matérias como: Moral e Civismo, Moral é Ética e Educação em Sociedade.

Matérias relacionadas a ética e formadoras de caráter profissional deviam ser aplicadas logo no início do curso, para amenizar o impacto da falta de moral e ética profissional, que já deviam vir de berço.

Assim, deixo no ar uma pergunta: – É esse o tipo de profissional que vai para o mercado? Foi esse mesmo tipo de profissional que gerou toda aquela confusão da Escola Base em março de 1994. [ leia mais aqui: http://oglobo.globo.com/sp/mat/2006/11/13/286621871.asp ]

03/04/2008
Local: Rio de Janeiro – HSBC Arena


Após treze anos desde a última apresentação de Ozzy em terras brasileiras, a noite de quinta-feira prometia muita diversão aos nove mil fãs ensandecidos que compareceram ao HSBC Arena, localizado na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro.

Já no final da tarde, um exército de adolescentes e muitos jovens acima dos 30,40 e 50 anos, se dirigiam para o local do show. Mesmo com a iminência de desabar um aguaceiro torrencial. Isso não foi o suficiente para desanimar ninguém a comparecer. Pessoas de todas as partes da cidade do Rio de Janeiro, do interior e de outros estados como: Minas Gerais, Espírito Santo e do Nordeste, se aglomeravam dentro e fora da arena. A massa de preto já lotava as imediações do HSBC Arena, um local muito bem escolhido para a realização do show. A “arena” possui uma infra-estrutura de primeiro mundo, fácil acesso, acústica ótima e possibilita uma boa visão do espetáculo, mesmo das arquibancadas laterais.

No horário previsto, por volta da 20:20, o Black Label Society subia ao palco para um show mortal e cheio da “marra” por parte do guitarrista e líder da banda, Zakk Wild.

Zakk, que também é musico da banda principal de Ozzy, deu um show a parte com suas encenações e virtuosismo das seis cordas. A banda que até pouco tempo não me chamava muita a atenção, esbanjou técnica, peso e energia.

Todos os músicos são excelentes, mas é lógico que as peripécias de Zakk chamaram a atenção de todos por ali. Além de Zak, o guitarrista Nick Catanese também alegrou os fãs da “ala direita” do palco, esbanjando simpatia e distribuindo paletas a vontade para quem estava mais próximo à grade de proteção.

O Black Label Society veio para divulgar seu último trabalho de estúdio, o excelente “Shot to Hell”, lançado no Brasil em 2006 pela gravadora Nuclear Blast. O setlist do show, apesar de curto, teve muitas músicas desse último cd. Ao vivo as músicas são tão pesadas e ensurdecedoras quanto no cd.

Depois da apresentação fulminante do Black Label Society, o palco foi rapidamente desmontado para a entrada do Korn. A banda (pogobol, clique aqui para saber o que é um pogobol, caso você não tenha vivido a década de 80 ou brincado com um ) fez uma apresentação um pouco mais longa, agradou seus fãs e saiu.

A ansiedade tomou conta de todos na arena. Os fãs de Ozzy, se espremiam em frente ao palco. No telão atrás da bateria, o logo com o nome do vocalista causava arrepios aos jovens fãs, que histéricos, entoavam em uníssono: “Olê, Olê, Olêeeee, Ozzê, Ozzê”. E o Mr. Madman, provocativo como ele só, incitava cada vez mais o público, por trás do palco, pelo microfone, repetia o coro: “Olê, Olê, Olêeeee”, e o público respondia: Ozzê, Ozzêeeeee.

As luzes se apagaram e nos telões uma brincadeira já costumeira de Ozzy. O vocalista gosta de usar cenas de filmes clássicos e aparecer na cena como personagem. E dessa vez usou Piratas do Caribe 3, apareceu como Jack Sparrow, e ainda mordeu a cabeça de um papagaio. Brincou embaixo das saias da Rainha Elisabete, fez parte da Família Soprano, Lost, entre outras que divertiram muito o público.

Quando Carmina Burana eclodia nos alto falantes, já se sabia que o espetáculo seria magistral. E assim foi quando o Madman saiu correndo para saudar seu público e vice versa.

O show abriu com “I Dont Wanna Stop”, segunda faixa do álbum Black Rain, lançado em maio de 2007. Depois foram muitos clássicos da carreira do quase sessentão.

Após a música de abertura, Ozzy e banda fizeram uma seqüência arrepiante com: Bark at the Moon, Suicide Solution e Mr. Crowley. E quando você achava que o sonho não poderia ficar melhor, fecharam a primeira parte do set com: War Pigs e Crazy Train, essa última levou o público ao delírio.

Para quem acha que Ozzy não é nada mais do que aquela figura caricata que o tornou ainda mais famoso no seriado The Osbournes, pode rever seus conceitos. Ao vivo o vocalista mostra porque é considerado o pai do heavy metal e um verdadeiro e único showman. Ozzy tem o público em suas mãos. Se o Madman pede para que gritem, seus súditos atendem, se pede para que pulem, mais uma vez é atendido, se pede para cantarem junto com ele ou que façam barulho o quanto puder, ninguém pensa um segundo sequer: – Faz.

Antes de dar início a segunda parte do set, um solo de guitarra sem igual e mais uma vez cheio de “marra” do animalesco Zakk Wild, o cara (Zakk) parece uma mistura de caminhoneiro/motoqueiro e viking.

E Zakk é uma fera mesmo. Depois de atacar em um show sem igual com o Black Label Society, ainda teve muita lenha para queimar tocando com Ozzy e fazendo um excelente solo de quase cinco minutos. O solo de Zakk teve direito a tocar com a guitarra atrás das costas, com a boca, sentado e só faltou plantar bananeira.

Sem perder tempo e com mais baldes de água para o público, Ozzy vem com um clássico do Black Sabbath: Iron Man. Em No More Tears o baixo do ex White Zombie, Rob Nicholson (Blasko) deu alguns problemas, que foram muito bem contornados com o carisma sem igual de Ozzy. Baixo consertado e os primeiros acordes de “No More Tears” ensandeceram os fãs que cantaram cada frase.

Mais uma faixa do novo trabalho de Ozzy, a oitava musica do cd “Here for You” fez os ânimos se acalmarem um pouco, mas “I Don’t Want To Change The World” e “Mamma I’m Coming Home” foram seqüências perfeitas.

E para fechar a noite com chave de ouro, Ozzy pede mais a participação do público e grita: – Paranoid. Pronto! O que sobrou do HSBC Arena iria desmoronar agora. Zakk mandou ver nos primeiros riffs de um dos clássicos do Black Sabbath, enquanto a cozinha certeira formada pelo ex Faith No More, Mike Bodin na bateria e o ex White Zombie – Blasko no baixo deram mais uma vez conta do recado.

Ao final de Paranoid, um pequeno incidente poderia ter tirado o brilho da noite, quando Zakk solta a guitarra em cima do publico, e alguns fãs tomam o instrumento do guitarrista, que pula no meio da galera para resgatar sua preciosidade, mas a guitarra volta destruída às mãos de Zakk Wild.

A banda se despede e o público fica a ver navios, já que na empolgação que Ozzy estava, com certeza caberia mais uma música para fechar a noite.

Enfim, são coisas que só acontecem no Rio mesmo. Lembram do episódio com o Iron Maiden em 1996? Quando a banda saiu do palco sem cantar o bis?

Ingresso para o Ozzy na mão!

Comprei ontem (02.04.08) meu ingresso para ver o Mr. Madman. Foi estranho comprar o ingresso. Há quanto tempo mesmo que não faço isso? (risos). Desde quando criei o Metal Zone, em meados de 2001, que eu não sei o que é comprar ingressos. Ia a show somente com credencial, cobria os eventos, fotografava, fazia minhas matérias e tchau! Esse é o lado bom de ser jornalista. Com sinceridade.

Foi um saco sair do trabalho, ir até a FNAC no Barra Shopping, comprar o ingresso e voltar! A foto ai emcima, foi tirada aqui no meu trabalho. Detalhe para o pôster do Black Sabbath, que fica colado na minha baia.  E para minha sorte, quando cheguei à FNAC e fui comprar meu ingresso, a mocinha que me atendeu, informou que não tinha mais ingressos para pista.  Só que nada como um jeitinho carinhoso e meigo de bom menino que sou, para conquistar o coração dela.  A moça procurou no sistema e tinha mais um único ingresso.  Comprei o último ingresso de pista!

Com a falta de tempo para atualizar o portal, o excesso de trabalhos, pesquisa e estudo, nem tive como correr atrás. Mas com o ritmo que as coisas estão tomando na minha vida, será cada vez mais comum eu deixar de ir à shows menores, e me concentrar na minha vida profissional!

Só que OZZY é OZZY! Essa é a segunda vez que assisto o Madman ao vivo. A primeira foi em 1995 no Phillips Monsters of Rock em São Paulo. Acho muito difícil que o velho Ozzy retorne à terras tupiniquins depois dessa passagem.

O melhor desse show, é que Ozzy traz na sua bagagem o Black Label Society, banda do Zakk Wild, guitarrista que toca com Ozzy. E ainda os moderninhos do Korn.

Integração Empresa – Funcionário através de redes sociais internas

As redes sociais virtuais já são um cenário mais do que real e de aplicabilidade infinita, que extrapolam as necessidades básicas de entretenimento e aglutinação de pessoas.

Usando como exemplo um dos mais populares sites de relacionamento no Brasil, o orkut, veremos que nem tudo nessa mídia é usado para passar o tempo. Através do orkut se tem acesso a comunidades com foco em trabalho e aperfeiçoamento profissional, além de discussões das mais diversas.

Algumas empresas usam comunidades populares para divulgar produtos, criar vínculos entre a marca e o público e até medir o nível de popularidade da marca.

Esses modelos de marketing ficaram conhecidos na rede como “Marketing Viral”. Onde o indivíduo acaba se “contaminando” com um determinado assunto postado em uma comunidade e ou perfil que o adiciona oferecendo serviços ou produtos.

No Wikipédia existe uma definição interessante para Marketing Viral:

O marketing viral e a publicidade viral referem-se a técnicas de marketing que tentam explorar redes sociais pré-existentes para produzir aumentos exponenciais em conhecimento de marca, com processos similares a extensão de uma epidemia. A definição de marketing viral foi cunhada originalmente para descrever a prática de vários serviços livres de email de adicionar sua publicidade ao email que sai de seus usuários. O que se assume é que esse anúncio, alcance um usuário “susceptível”, esse usuário “será infectado” (ou seja, se ativará uma conta) e pode então seguir infectando a outros usuários susceptíveis. Enquanto cada usuário infectado envia o email a mais de um usuário susceptível por média (ou seja, a taxa reprodutiva básica é maior que um), Os resultados “standard” em epidemiologia implicam que o número de usuários infectados crescerá segundo uma curva logística, cujo segmento inicial é exponencial.

Fonte: Wikipédia [http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing_viral]

Qual a aplicabilidade desse modelo em uma organização?

Tomando como exemplo a INFRAERO, empresa na qual trabalho, o uso de uma rede social estreitaria os laços de amizade e cooperação entre os mais diversos departamentos, entre funcionários orgânicos e terceirizados. Os funcionários poderiam trocar experiências de trabalho, se juntar em comunidades para partilhar conhecimentos específicos, etc..

Muitos funcionários viajam e poderiam fazer um ranking dos melhores hotéis, instalações e restaurantes etc… Isso serviria de guia para que outros funcionários se sintam mais confortáveis ao fazer suas viagens a trabalho.

Algumas comunidades sobre softwares comumente usados como: Powerpoint e Excel, serviriam de suporte e desafogaria o Helpdesk da empresa. Esses programas sempre geram dúvidas e com algumas dicas através dessas comunidades, os funcionários teriam mais facilidade de desenvolver seus trabalhos.

O departamento de recursos humanos pode manter uma comunidade que funcione como um FAQ (Perguntas Freqüentes) para os funcionários.

Redes sociais em ambiente web ampliam os horizontes de relacionamento empresa-empregado, onde a empresa não é apenas a provedora de recursos e suporte ao trabalho do funcionário. Através dessa rede social interna, os empregados serão os responsáveis pela ajuda mútua e suporte em diversas áreas.

Ações indevidas nessa rede social

Assim como no orkut, uma das grandes barreiras para implementar um projeto nesses moldes, em uma empresa de grande porte como a Infraero é a monitoração. Para que essa rede social interna não se transforme em mundo fora de controle. E até mesmo um manancial para crimes cibernéticos (Ullises Campbell – Jornalista do Correio Brasiliense).

Atrair os mesmos problemas do orkut como : dispersão de trabalho, tempo gasto com fofocas, intrigas e assuntos que levem o funcionário a semear a discórdia devem ser fiscalizados e combatidos. Assim, esse novo molde de rede social funcionaria de forma pacífica e seus fins  serão alcançados.

Formas de Controle

Para manter o propósito desse trabalho e o nível harmônico da aplicação digital é necessário criar mecanismos de controle de acesso e conteúdo publicado. E impossibilitar os usuários, criarem perfis anônimos. Usar como controle sua matrícula seria um das primeiras atitudes. Além de criar regras claras para o uso da ferramenta como: Não publicar assuntos ofensivos, discriminatórios, de cunho sexual e/ou pornográfico, etc..

Já é lugar comum dizer que o Firefox é o melhor browser para se trabalhar e navegar na internet.  Infelizmente um dos problemas do FF é o mal uso de memória que o programa faz quando é minimizado.

Darei algumas dicas para você resolver esse problema.

1 – Abra o Firefox
2 – Digite na barra de endereço: about:config (Dê Enter)
3 – Clique com o botão direito do mouse na lista que aparece e escolha: Nova Opção >> Boolean
4 – Digite config.trim_on_minimize na caixa pop-up que aparece e dê Enter.
5 – Selecione TRUE e dê Enter
6 – Reinicie seu Firefox

Falta apenas um semestre para eu me formar em jornalismo. Entrei na faculdade como webdesigner querendo me especializar em comunicação social e saio como arquiteto da informação especializado em design e desenvolvimento de mídias digitais. O interessante disso tudo é que desenvolvi e apliquei várias teorias que passei alguns anos formentando, sonhando e viajando.

Uma das teorias que venho estudando é a falta de tecnologia e aplicabilidade das Mídias Digitais na Comunicação Social de empresas. Exemplos? Intranets mal estruturadas, falta de aplicabilidade de e-learning, bibliotecas virtuais em áudio, pdf e vídeo, falta de portabilidade da informação interna, sistemas de informação e/ou gestão mal formulados e manuais desses sistemas também mal feitos.

O que é Comunicação Empresarial?

A comunicação empresarial é uma atividade estratégica para as diretorias e presidências das empresas. Ela engloba, nas empresas, a supervisão da assessoria de imprensa, o planejamento, implementação e condução das ações de comunicação interna — o que envolve o público interno, ou seja, os funcionários da corporação, e todo e qualquer relacionamento com o público externo, no âmbito corporativo. As atividades de comunicação empresarial ainda englobam o cuidado com a imagem corporativa, ou seja, com a marca da empresa (não confundir com as marcas dos produtos) e assim, cuida da imagem da empresa. Os profissionais desta área estão sempre preocupados com o relacionamento da empresa como um todo com a sociedade e seus interlocutores. Eles olham este relacionamento não de forma multifacetada, ou seja, apenas como clientes, fornecedores, parceiros, mas principalmente como formadores de opinião e membros de uma sociedade e que podem auxiliar ou não na preservação da imagem da empresa. Trabalham na área de comunicação empresarial principalmente jornalistas, relações públicas e publicitários mas, no Brasil, os postos de gerência sênior e de diretoria têm sido ocupados por profissionais de outras áreas.

FONTE: Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_empresarial)

Mídias Digitais: Comunicação Social x TI

De quem seria a função de desenvolvimento de uma intranet? Talvez o departamento de Tecnologia de Informação da empresa fique responsável pela construção do portal, mas é de responsabilidade da Comunicação Social arquitetar o projeto, viabilizar o fluxo de informação desse portal, desenvolver o wireframe, estipular quais informações serão de domínio público. Tudo isso, de acordo com os interesses da organização.

Infelizmente não é o que acontece. Por falta de profissionais de comunicação especializados em mídias digitais, a TI acaba ficando a cargo do desenvolvimento dessas mídias, o que não significa falta de competência ou falta de qualidade do material, mas muitas das vezes a parte estética do projeto e tecnológica fica em primeiro plano e o usuário do veículo digital e as informações que deveriam servi-lo acabam se perdendo.

Intranet não é um house-organ digital

Pesquisei entre amigos como era feita a comunicação digital empresa que trabalham e como era a intranet, se existia bibliotecas virtuais e se existia treinamento de funcionários através de sistemas e-learning.

Nesse texto vou focar no papel da Comunicação Social de empresas na aplicação das mídias digitais para reforçar a comunicação interna.

Pesquisei cinco empresas (não vou citar os nomes) onde a Comunicação Social se preocupou apenas com o conteúdo da intranet, por exemplo. Foram produzidos textos e mais textos para informar seus funcionários. Em muitas das vezes eram os mesmos textos que foram publicados em house-organs e fixados em murais.

A intranet geralmente não era atrativa, não instigava o funcionário a visitá-la. A disposição das seções e o fluxo de informação dentro de todo o portal são ambíguos e confusos.

E endomarketing na Intranet ?

A intranet é o campo ideal para aplicar as estratégias de marketing da empresa. Através da intranet pode-se aplicar pesquisar mais confiáveis, testar a satisfação de seus funcionários com seu produto ou serviço e até a satisfação do funcionário com o que a empresa oferece.

“Pode-se imaginar o quanto o Endomarketing será importante para o crescimento dos negócios nesse cenário (cenário Globalizado). E o quanto representará para as empresas que souberem como estruturar seus planos de abordagem aos empregados, visando a máxima qualidade do produto ou serviço que oferecem aos seus clientes.”

(Fonte: site Endomarketing.com)

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